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Catedral de Nossa Senhora do Amparo

O edifício da Catedral apresenta-se “ao sabor da Renascença”, com a aparência que lhe foi imprimida pelo engenheiro-arquiteto Amador Cintra do Prado na grande reforma de 1929. Sua construção em taipa de pilão, entretanto, remonta aos anos de 1850. No final do século XIX recebeu torres em tijolos de barro cozido e foi “contaminada” pelo gótico, com portas e janelas em arcos ogivais, contrariando a linguagem arquitetural predominante na cidade. A reforma de Cintra do Prado inseriu perfeitamente o edifício no universo de tradição clássica do seu entorno.

Edifício do Mercado Municipal

O edifício da Catedral apresenta-se “ao sabor da Renascença”, com a aparência que lhe foi imprimida pelo engenheiro-arquiteto Amador Cintra do Prado na grande reforma de 1929. Sua construção em taipa de pilão, entretanto, remonta aos anos de 1850. No final do século XIX recebeu torres em tijolos de barro cozido e foi “contaminada” pelo gótico, com portas e janelas em arcos ogivais, contrariando a linguagem arquitetural predominante na cidade. A reforma de Cintra do Prado inseriu perfeitamente o edifício no universo de tradição clássica do seu entorno.

Edifício do Hospital Anna Cintra

Como o Teatro João Caetano, o Anna Cintra foi projetado pelo engenheiro-arquiteto Manoel Ferreira Garcia Redondo e inaugurado também em 20 de março de 1890. Completou a dupla que representou o marco definitivo na futura transformação formal dos edifícios novos da cidade. Além disso, essa dupla representou as aspirações da sociedade para com o advento da modernidade. O João Caetano e o Anna Cintra são contemporâneos dos estudos que viabilizaram, mais tarde, o abastecimento de água, a rede de esgotos e a iluminação pública de Amparo.

Parque Alonso Ferreira de Camargo
(Jardim Público)

Os dois níveis do Jardim Público foram concluídos em ocasiões diferentes. A parte inferior, mais antiga, foi entregue à população em 13 de maio de 1889, primeiro aniversário da lei que aboliu a escravidão. A parte superior, mais recente, feita às expensas do Coronel Luís Leite, foi edificado no local antes ocupado pelos antigos cemitérios: o dos negros e o dos brancos. Foi entregue à população em fins de 1894.

Edifício da Sociedade Italiana de Mútua Assistência

A preservação das características originais deste conjunto de residências do final do século XIX possibilita ao observador a constatação da geometrização e uniformidade dessa arquitetura que tão bem conviveu e convive com o projeto urbano.

Praça Pádua Salles

A data 1875 impressa na fachada principal do edifício da Estação representa o ano da inauguração do Ramal do Amparo que fazia parte do primeiro trecho da linha da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro que ligava Campinas a Mogi Mirim. O prédio da Estação passou, desde então, por uma série de reformas antes de ter a aparência atual. O “Almanach do Amparo para 1896”, de Jorge Pires de Godoy, tem uma imagem da Estação antes da reforma do início do século XX. Um exemplar desse “Almanach” faz parte do acervo do Museu Histórico e Pedagógico dr. Bernardino de Campos, de Amparo.

Fotos de autoria de Reginaldo Leme Pedroso
Rod. SP 95, km 45. Estrada do Educandário, Saída de Amparo para Pedreira, s/n°.
Telefone: (19) 3807 - 3043 / (19) 3808 - 1393
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